Friday

HOMENS: OIÇAM BEM: SE GOSTAM DE (BOM) SEXO, ESTE POST É PARA VOCÊS!

Nos EUA, 9 em cada 10 mulheres vive insatisfeita com o seu corpo. 
No Reino Unido, só 3% das mulheres estão totalmente satisfeitas com o seu corpo. Uma TRAGÉDIA para HOMENS e mulheres!
Pois o facto de cada vez mais cedo meninas e raparigas se acharem gordas e fazerem dieta (mesmo com pesos normais) só prejudica o relacionamento com os namorados, os maridos, os irmãos, os colegas, pais, enfim toda a gente! Mas, na minha experiência de muitos anos a ouvir mulheres no consultório, e agora no life coaching, prejudica sobretudo o relacionamento homem-mulher no sentido SEXUAL.

PORQUE essa insatisfação se reflecte na sua meninisse, e depois rapariguice, e mais tarde na sua condição de mulher (womanhood é o termo que procuro…), vai-se reflectir na sua sensualidade e sexualidade – e aqui é que vocês, HOMENS heterossexuais, sentem na pele (literalmente!).

Pois a mulher que vive infeliz com as suas formas, não gosta de se mostrar nua ao seu companheiro, não gosta que ele veja certas partes mais expostas, não gosta se calhar que ele a veja em pé mas se calhar só deitada, não gosta que esteja luz para evitar que se vejam as redondezas ou as magrezas, não gosta de assumir certas posições mais reveladores da sua gordura corporal, ou das mamas grandes demais ou pequenas demais...

À mesa, num primeiro jantar juntos, por exemplo, se come muito é porque é lambona, se come pouco é porque está a fazer dieta, e ora, se está a fazer dieta é porque se acha gorda e INSUFICIENTEMENTE ADEQUADA para ele, e depois se ele (mais tarde) não diz nada sobre o corpo dela é porque ele também acha que ela é gorda, e se diz algo, será escrupulosamente julgado caso ele não seja 201% certeiro e por isso é melhor estar calado... E quando chega à parte das sobremesas, a tensão volta a subir, pois a culpa ataca desenfreada e se não for a culpa porque se consegue conter, ficam marcas do stress da contenção… Na cabeça da mulher, quanto mais depressa este jantar acabar, MELHOR!

Voltando ao "quarto", se ela durante um jantar a dois esteve tensa e ansiosa por causa das calorias, o jantar já não correu tão relaxado quanto seria desejável para se estabelecer uma boa relação, e por isso ele (VOCÊ, HOMEM) também por esta altura estará mais ansioso do que gostaria (A ANSIEDADE PEGA-SE COMO WILDFIRE!). NADA TEM PIADA JÁ!!

E como podem ver, a psicologia da mulher é só para quem quer saber…
Então é assim: a MULHER contém-se, ou tenta conter-se, e cuida do corpo no ginásio, muitas vezes como uma doida (sei do que falo no que toca a dietas), PORQUE QUER AMOR. Quer (NA GENERALIDADE) encontrar um HOMEM com quem casar, que tome conta dela, lhe dê filhos e segurança. (NADA DEMAIS…)
E a MULHER – levada pela cultura da MODA, onde os esqueletos conseguem andar, MODA ESSA que é veiculada maioritariamente pelas REVISTAS, revistas essas que são dirigidas maioritariamente por MULHERES e homens homossexuais (maioritariamente, repito), de facto recebem a mensagem ERRADA sobre O QUE É QUE OS HOMENS GOSTAM em termos de O CORPO DUMA GAJA!! SIM, a mulherada anda enganada!


Perguntem à vasta maioria dos homens SE:
1) Se gostariam de ir para a cama com uma mulher super magrinha ou um cabide de passerelle! Aposto que não. CONTUDO, é ESSE patamar de magreza que as mulheres, raparigas e meninas - que fazem dietas rigorosas e imenso ginásio, almejam! (ou mesmo que não façam dietas nem ginásio, desejariam imenso ser super magrinhas!)
2) Se sentem bem na companhia de raparigas e mulheres pouco relaxadas e pouco confiantes na sua pele – perguntem se eles acham isso atraente ou sexy! Aposto que não! CONTUDO, é esse o estado de espírito da maioria das mulheres! Quer à mesa, quer no quarto!
3) Se acham atraente ou sexy uma mulher ou rapariga que (sendo gorda ou magra, alta ou baixa, loira ou morena) se tapa, se disfarça, se esconde, e se auto critica e se julga o tempo todo – e perguntem se eles gostam deste tópico de conversa! Aposto que não! CONTUDO, é esse o comportamento diário de muitas mulheres!

ENTÃO ASSIM, como é? Se é este o noise constante, se há esta cassete na cabeça da maioria das mulheres, como é que elas se podem relacionar de forma relaxada, autêntica, divertida, amorosa com os homens, para depois casar, ter filhos e sentirem-se mais felizes?
ASSIM É UMA INFELICIDADE PEGADA. Um casamento sem sexo de elevada qualidade devido a inseguranças corporais? Um namoro sem intimidade devido a vergonhas e mais vergonhinhas? Que relacionamento é esse?


UMA SOLUÇÃO: HOMENS: LEIAM BEM: repitam várias vezes por semana de forma GENUÍNA que adoram certas partes do corpo das vossas namoradas e mulheres e amigas (hehe, cuidado). NÓS PRECISAMOS DISSO para contrabalançar a cultura invisível da magreza excessiva. Não estou a apoiar a gordura excessiva, nem a apoiar nada em concreto em termos de peso ou IMC ou nada. Estou a dizer que a VALIDAÇÃO GENUÍNA do CORPO DA MULHER pelo seu HOMEM é CHAVE para ela se relaxar, se entregar, e sentir-se melhor na sua pele. E no final do dia, ambos (no casal), beneficiam.
APOIEM as vossas mulheres à refeição também, relembrando que ADORAM vê-las felizes a comer um pouco de sobremesa de vez em quando (caso elas de coibam sempre), que elas merecem comer mais do que duas garfadas, pois precisam de ter energia para you know what (brinquem!), digam que adoram as curvas delas e que só com bons nutrientes é que as conseguem manter! Sejam verdadeiros ao mostrar que querem que elas CUIDEM dos seus corpos mas que não é nada atraente quando elas se castigam e passam fome. Digam que as AMAM no matter what (se isso for verdade!)

PORTANTO, HOMENS:
ELOGIAR & APRECIAR & APOIAR o corpo e a alimentação da sua mulher = CHANGING THE F*#%ing WORLD!!!!! smile emoticon
Um grande abraço heart emoticon heart emoticon
Madalena Muñoz - Life Coach
email: coaching@madalenamunoz.com

Thursday

NÃO TE QUEIXES, PAH!!!!!!!!!!!

Outra (como SEMPRE) TRISTE história de vitimização. É de facto um padrão que se aprende facilmente e é do caraças para parar!!! Só que quando paramos, o resultado é SEMPRE positivo!!
Como acontece imenso, recebo um email a pedir ajuda, e se não a incluem logo, peço para descreverem a sua situação, e vem (muitas vezes) uma história do GÉNERO culpabilizadorzinho - "as pessoas da minha vida deitam-me para baixo", e "eu bem tento mas o mundo não me deixa..", ou do GÉNERO coitadinho "porquê eu? porquê a mim?", ou do GÉNERO atadinho-antigoogle "Não sei como se faz..."
OK. CALMA. RESPIRA...
Como nesse momento não posso logo receber a pessoa nem ligar-lhe, agendamos uma sessão. E logo nessa minha primeira resposta, eu tento AJUDAR!
Ou seja, até lá, APOIO A PESSOA com compreensão, com perguntas desafiadoras, que, geralmente, surtem bom efeito de auto conhecimento e wake up call. Isto tudo é coaching.
E então, NO DIA da conversa, já há um conjunto de emails de ajuda, já sei um pouco mais sobre a pessoa, e ela sobre mim.
[Claro que nada disto é cobrado: a pessoa recebe toda esta ajuda inicial porque eu DOU de heart emoticon pois isto É como eu SOU, não é somente a minha actividade profissional, essa é a minha "sorte!".]
Hoje, FINALMENTE, no dia e à hora combinada, eu ligo e a pessoa não atende; fico em espera a ouvir música!!! Fico irritada (já comento sobre isto). E, irritada, ligo uma segunda vez (também já comento sobre isto). Atendeu-me finalmente a pessoa, pediu desculpa e explicou que tinha o telemóvel no quarto, em silêncio, e que ela estava na sala...
Bom..... eu reparo que com esta irritação não consigo ajudar!!, e educadamente, de repente sugiro que adiemos a chamada por uma hora, e a senhora concordou.
Desligo o telefone e começo a escrever um email à senhora: a explicar e a pedir desculpa pelo súbito adiamento, a admitir que me deixei irritar pela situação. NA MESMA, nele dei-lhe o que foi o MEU MELHOR para a ajudar, pois não esquecer que já tínhamos trocados alguns longos emails. (Sim, coaching por email não é como eu trabalho preferencialmente, muito menos com alguém com quem nunca conversei, MAS há que fazer o melhor que sabemos com aquilo que temos.) Ao todo SEI que INVESTI nela, posso dizer, muito MAIS do que ela investiu nela - e isso para mim é um "deal breaker". Por isso, informei-a de que decidi cancelar a chamada adiada. Entre outros, deixei mais umas reflexões para ela fazer (se quiser) e disse: está à vontade para terminar esta relação, mas se a quiser manter, terei todo o gosto de receber o seu email. Ah: nota importante: em lugar algum eu a culpei, responsabilizei ou critiquei por o quer que fosse, ANTES PELO CONTRÁRIO. Eu fiz um mea culpa sobre o adiamento.
E eis a resposta dela:
Não sei se conseguem detectar a vitimização, mas oiçam, depois do que ela recebeu (e hoje desperdiçou), não só não SENTE *gratidão* (outro grande problema da Vítima), ela culpa a chuva de estar a chover!! A sério que é tão triste de ver como alguém que está tão em baixo - e daí eu ter logo estendido a mão - não se aperceber (mesmo que eu lhe diga) que É ELA QUEM CRIA esse sofrimento todo! A maneira como ela PENSA é notável: Vitima Case Study #3.377:
"Boa tarde,
desculpe mas não ouvi a primeira vez que tocou o telefone. Atendi à segunda vez e até lhe pedi desculpas por não ter atendido logo. Penso que não fui incorreta consigo.
Por volta das 11h50 saí de casa, peguei no carro para ficar num sitio em que pudesse estar à vontade sem correr o risco de [xxx] ouvir algo da conversa.
Mas pronto, a Sra desistiu e está no seu direito. Mas penso que o conceito do coaching não está relacionado com a palavra desistir.
Eu contacto outra pessoa! Agradeço que apague os e-mails que lhe escrevi e tenha mais cuidado com o que escreve, pois pode estar a magoar alguém aqui deste lado."
EU BEM SEI QUE OUVIR VERDADES por vezes DÓI.
Contudo, não coloquemos paninhos quentes quando estamos a VERDADEIRAMENTE A AJUDAR ALGUÉM - pois é a comiseração que as vitimas gostam! Auto piedade que só contribui para o problema. Não alinho nisso.
Por isso, quando uma vítima quer-se manter como tal - pois termina a alertar-me que agora também sou EU quem magoa "as pessoas" - é grave!
E vejam como - no final do dia - é ELA quem termina a relação. Eu apenas a modifiquei, mantendo o canal aberto. É mais uma coisa de que se pode queixar "aquela coach desistiu de mim". É mesmo um padrão lixado. E quem vive neste registo estraga a sua vida e de quem vive em seu redor! É do caraças.
Por isso, se tiverem rodeados de mães, pais, filhos, amigos, namorados, maridos, colegas, assim - agora já sabem porque eles são tão infelizes (perdem todo o poder pessoal)!! Será que eles conseguirão ACORDAR com esta pergunta?
JÁ REPARASTE QUE EM VEZ de TOMARES as RÉDEAS e seres a CRIADORA da tua VIDA, ESCOLHESTE VIVER UMA VIDA REACTIVA como se não tivesses ESCOLHA??
E depois ilustrar:
- se não gostas de como és amada, muda de relacionamento
- se não gostas de viver em casa dos pais, muda de apartamento
- se não gostas de trabalhar, encontra um trabalho que gostes mais
- se não gostas de Portugal, muda de país
- se não gostas do trânsito, vai mais cedo
- se não gostas do cheiro a pums, não comas couves
MAS NÃO TE QUEIXES PAH!!!!!!!!!!!

COM AMOR,


Madalena Muñoz

Se andamos à chuva, molhamo-nos!

A chuva está-se a borrifar se merecemos ou não… Se andamos à chuva, molhamo-nos!
As pessoas mais infelizes que vêm conversar comigo (ou não), são as que SE martirizam e vitimizam. Repito taaantas vezes em sessão (de coaching) isto:

Escolhamos contar outra história, uma onde assumimos total responsabilidade pelo que fazemos/fizemos e pelos resultados. Não culpemos algo nem alguém por algo que criámos!

Como acontece muito, as pessoas escrevem-me a pedir ajuda. Eu peço que “se apresentem”, por escrito, porque ao fazer isso – só isso – estou a ajudar. Aqui vai só o lamento mais recente que recebi -- e muito sinceramente sei que todos nós, eu incluída!, por vezes caímos nesta armadilha!! (Ainda hoje de manhã me aconteceu ahahah...) Daí o aviso público!!:

“Eu nunca tinha escrito sobre mim, e ao ler deixou-me espantada com a minha apatia... nunca pensei em jovem que seria uma adulta desempregada e sem rumo... enfim...
Ao ler um testemunho acerca duma colega sua, sobre o preço das consultas dela, fez-se luz. Eu dou algumas Explicações, que me dão pouco dinheiro mas dá para algumas coisas minhas (vivo na casa dos meus pais). Tinha uns irmãos que cá andavam há dois anos e só me pagaram dois meses e eu sempre com vergonha de pedir e perguntar.
Quando li, tive coragem e perguntei. Deixaram de vir, sem sequer me dizerem nada. Já perguntei outra vez pelo pagamento, a resposta foi que não podiam pagar e que foram grátis para outro lado (não é verdade que já sei)....... Custou-me muito esta atitude, porque acho que não merecia, gosto de ajudar mas não de ser parva...”

E mais digo: Segundo aquilo que sei, os mais generosos são os mais ricos OU os mais pobres. Por isso há que ser generoso mas não parvo, se queremos ganhar uma vida e poder continuar a fazer aquilo que mais gostamos!!! (Para mim este último ponto é chave, pois AMO o que faço e quero prosperar para poder ajudar com cada vez melhor capacidade, portanto crescer neste maravilhoso caminho do life coaching!)

Repito: A chuva está-se a borrifar se merecemos ou não… TRAGAMOS CHAPÉU DE CHUVA E CANTEMOS: AI-ME SINGUINGUE IN DERAIN!
smile emoticon

Madalena Muñoz – LifeCoach
www.madalenamunoz.com
Email: coaching@madalenamunoz.com

Wednesday

Mulheres: sintam-se mais vivas!

Este foi um post no meu facebook pessoal:
Mas um dia, veio alguém e disse às filhas que não podiam rir tão alto, não podiam correr como os irmãos, não podiam seguir artes, não podiam usar essa roupa, não podiam ser muito diferentes do resto das mulheres da família, não podiam ter quereres, que não criassem ondas, fossem sempre à missa, e viajar para quê, aprender línguas para quê, e tirar um curso que disparate. Casassem bem mas é, e se dedicassem a tomar conta do mundo (marido-casa-filhos-pais...), não se queixassem e estivessem sempre com um ar muito bom e muito femininas. Alguém traçou o caminho. É mais ou menos esta a história de tantas mulheres que vêm falar comigo. Mas são tantas...
Não admira que sejam tantas as mulheres (mais do que os homens, na minha experiência), com amarras - mesmo que agora já tenham mais liberdade, não são livres! Não sabem muito bem quem são de verdade, qual o seu propósito de vida, o que gostam ou o que adoram - que nem sonhos têm (presentes) quando lhes pergunto! É NOTAVELMENTE TRISTE.
Se vamos dar importância ao negativo (por ex., se nos criticaram ou amarraram no passado), pelo menos demos a MESMA importância ao positivo (aos apoiantes de hoje)! É que ainda por cima, a vida é só HOJE que rola.
No final do dia, o que importa de verdade é que sejamos o mais autênticos, o mais livres, o mais felizes que podemos ser, pois já houve uma altura em que nós TODOS não nos importávamos nada com "leis" nem criticas - pois quando ainda usávamos fralda e sentavamo-nos no nosso próprio cócó e sujávamos a cara toda com molho de tomate e gelado -, estavamos demasiado ocupados a descobrir, a aprender, a apreciar, e a DIVERTIRMO-NOS com tudo!
Todas as mulheres, seja qual a idade, podem reaver uma vida com mais emoção, mais experiências, mais histórias, mais aventura, e mais sentido! Podem sentir-se mais VIVAS! Não desistam de viver quando ainda têm vida!
Madalena Muñoz - Life Coach
coaching@madalenamunoz.com
www.madalenamunoz .com